Olá!
Como alguns de vocês já viram, postei AS MELHORES LEITURAS DO TRIMESTRE e prometi as 5 resenhas para vocês. Pois bem, aqui está a última dessa lista.
Estou
escrevendo várias coisas ao mesmo tempo, e resolvi voltar a escrever o
meu livro e me concentrar também nos meus textos, estudar para concursos
e escrever alguns artigos, ou seja, minha cabeça está soltando fumaça e
hibernando nos outros momentos. rsrs.
Aproveito para convidar vocês a seguir o blog no INSTAGRAM, tem muita coisa legal por lá! É @blogpensamentoad
Espero que aproveitem a dica e curtam a resenha, vamos lá?
| R$ 30,70
até
R$ 105,22
|
SINOPSE:
Em 1944, Priska, Rachel e Hanka chegaram a Auschwitz determinadas a
sobreviver e a defender a vida dos bebês que levavam em seus ventres. Em
Os bebês de Auschwitz, Wendy Holden narra as histórias dessas jovens
judias que resistiram bravamente ao horror dos campos de concentração e
aos trabalhos forçados na esperança de conhecerem seus filhos. Além de
investigar o passado, Holden acompanhou o reencontro de Eva, Mark e
Hana, os três sobreviventes nascidos dentro das instalações nazistas.
Holden equilibra a pesquisa rigorosa e a escrita sensível para reconstituir as vidas de Priska, Rachel e Anka antes de 1938, quando Hitler começou a impor restrições aos judeus. Entre o medo do avanço Reich e a esperança pelo fim da guerra, essas mulheres viveram seus primeiros amores, se casaram e sonharam com o futuro de suas famílias apesar do futuro sombrio que se desenhava.
Priska e Tibor, Rachel e Monik, e Hanka e Bernd fizeram tudo ao seu alcance para permanecerem juntos, mas com a deportação para Auschwitz-Birkenau os casais foram separados. Cada uma das mulheres se viu responsável por lutar por sua vida e pela de seu bebê. Elas receberam caridades inesperadas, foram vistas com desconfiança e testemunharam o melhor e pior do que o ser humano é capaz.
Wendy Holden recorreu a entrevistas, cartas e diários, criando um relato comovente, que detalha a eficiência com a qual os nazistas exterminaram milhares de judeus e mostra como pequenos gestos de solidariedade permitiram que várias vidas fossem salvas. Mais que um relato sobre o horror da guerra, Os bebês de Auschwitz é narrativa impressionante sobre o amor materno, a persistência, a coragem e a gratidão.
Holden equilibra a pesquisa rigorosa e a escrita sensível para reconstituir as vidas de Priska, Rachel e Anka antes de 1938, quando Hitler começou a impor restrições aos judeus. Entre o medo do avanço Reich e a esperança pelo fim da guerra, essas mulheres viveram seus primeiros amores, se casaram e sonharam com o futuro de suas famílias apesar do futuro sombrio que se desenhava.
Priska e Tibor, Rachel e Monik, e Hanka e Bernd fizeram tudo ao seu alcance para permanecerem juntos, mas com a deportação para Auschwitz-Birkenau os casais foram separados. Cada uma das mulheres se viu responsável por lutar por sua vida e pela de seu bebê. Elas receberam caridades inesperadas, foram vistas com desconfiança e testemunharam o melhor e pior do que o ser humano é capaz.
Wendy Holden recorreu a entrevistas, cartas e diários, criando um relato comovente, que detalha a eficiência com a qual os nazistas exterminaram milhares de judeus e mostra como pequenos gestos de solidariedade permitiram que várias vidas fossem salvas. Mais que um relato sobre o horror da guerra, Os bebês de Auschwitz é narrativa impressionante sobre o amor materno, a persistência, a coragem e a gratidão.
MEU COMENTÁRIO:
O
livro, discorre acerca da vida de três mulheres judias e sua luta pela
sobrevivência em meio ao mundo hostil durante a Segunda Guerra Mundial,
para salvar os seus bebês. Um mundo em que o fato de serem quem eram e
de existirem, era "pecado" o suficiente para os mais inumanos castigos e
degradações constantes.
Relato
de histórias reais, o livro nos choca diante das informações e da
constatação de que tudo o que pensamos sobre a guerra e o Nazismo, pode
ser ainda pior. Os crimes contra seres humanos são chocantes e cada cena
e acontecimento da vida dessas mulheres, narrados aqui nos aponta uma
realidade cruel e desumana. Durante leitura também conhecemos pessoas
que em sua pouca possibilidade diante das autoridades alemãs tentaram
fazer a diferença ajudando os judeus, e com certeza contribuíram para
que fosse possível a sobrevivência dos três bebês.
O livro conta a trajetória de três mulheres durante os anos pré (suas famílias, bens, status social, casamento), durante (os campos de concentração, guetos e castigos infligidos) e pós guerra( a libertação, e a vida após os anos de guerra). Focando-se no tempo em que viveram nos campos de concentração e na situação vivida pela maioria dos judeus diante da barbárie do holocausto.
As "protagonistas" dessa história cruel são: Priska, Rachel e Anka, mulheres jovens, comuns, com uma família, boa situação social e econômica que viviam felizes até as novas leis antissemitas começarem a afetar as suas vidas de forma irremediável.
O livro conta a trajetória de três mulheres durante os anos pré (suas famílias, bens, status social, casamento), durante (os campos de concentração, guetos e castigos infligidos) e pós guerra( a libertação, e a vida após os anos de guerra). Focando-se no tempo em que viveram nos campos de concentração e na situação vivida pela maioria dos judeus diante da barbárie do holocausto.
As "protagonistas" dessa história cruel são: Priska, Rachel e Anka, mulheres jovens, comuns, com uma família, boa situação social e econômica que viviam felizes até as novas leis antissemitas começarem a afetar as suas vidas de forma irremediável.
Nessa narrativa incrível feita pela Wendy Holden, percebemos o quanto foi necessária uma pesquisa profunda e uma grande delicadeza para lidar com o que é mais do que uma parte da história... Trata-se de uma história de família, de todo um povo e da injustiça cometida contra eles. Para tornar esse livro possível foram necessárias entrevistas, anos de trabalho e uma grande vontade de tornar conhecida histórias tão sofridas e que tal como a de todos os judeus, não deve ser esquecida.
As minhas
doses dessa leitura tão profunda e emocionante, foram homeopáticas e
repletas de sentimento. Quem me acompanha sabe que costumo ler livros do
tema, e confesso que me sinto cada vez mais tocada pelas histórias e
mais reflexiva e revoltada diante das maldades cometidas naquela época.
As três mães lutaram de forma heróica contra coisas que, se não fosse o amor tamanho que sentiam por seus filhos e consequentemente a vontade
de sobreviver, jamais poderiam vencer, a fome, o frio, a crueldade dos
castigos, a dor de perderem a família e seus companheiros, dos quais
foram separadas ao serem deportados para Auschwitz- Birkenau.
Hoje, os bebês são amigos, quase irmãos pois foram unidos por muito mais do que uma data de nascimento próxima. Foram unidos pelo amor que venceu a maldade, pela força que rompeu as barreiras do preconceito, pela vida.
Para mim, é realmente difícil traduzir em uma resenha tudo o que senti lendo essa história, já que nesse caso estaria tentando traduzir em palavras os percalços e as injustiças que afetaram a vida dessas pessoas, de uma forma a qual ninguém deveria ser afetado. Por isso não me prolongarei.
Li sobre a maldade em sua essência: humanos que destroem outros em nome de leis e ideologias doentias e essa constatação, a certeza da capacidade humana de não praticar a "humanidade", me fez pensar que a maldade é uma das únicas coisas que perduram em nossa raça... O que nos "salva" é que o amor é uma semente feita para terras áridas e sobrevive muitas vezes em condições inclementes. Assim foi a sobrevivência de Priska, Rachel e Anka... Sem família, sem direito a seus bens, e sem dignidade. Ali, apenas o amor sobreviveu.
A editora GloboLivros fez um excelente trabalho, edição do livro é linda com uma foto que mostra um campo, com arame farpado e as duas mãos (de um adulto e de um bebê) se segurando. A diagramação está ótima, as folhas amarelas que tornam a leitura confortável e as fotos de arquivos pessoais enriqueceram grandemente essa história que que já possui uma grandeza própria, em meio a todas histórias de vida e exemplos de garra e superação diante da maior barbárie de todos os tempos.
Hoje, os bebês são amigos, quase irmãos pois foram unidos por muito mais do que uma data de nascimento próxima. Foram unidos pelo amor que venceu a maldade, pela força que rompeu as barreiras do preconceito, pela vida.
Para mim, é realmente difícil traduzir em uma resenha tudo o que senti lendo essa história, já que nesse caso estaria tentando traduzir em palavras os percalços e as injustiças que afetaram a vida dessas pessoas, de uma forma a qual ninguém deveria ser afetado. Por isso não me prolongarei.
Li sobre a maldade em sua essência: humanos que destroem outros em nome de leis e ideologias doentias e essa constatação, a certeza da capacidade humana de não praticar a "humanidade", me fez pensar que a maldade é uma das únicas coisas que perduram em nossa raça... O que nos "salva" é que o amor é uma semente feita para terras áridas e sobrevive muitas vezes em condições inclementes. Assim foi a sobrevivência de Priska, Rachel e Anka... Sem família, sem direito a seus bens, e sem dignidade. Ali, apenas o amor sobreviveu.
A editora GloboLivros fez um excelente trabalho, edição do livro é linda com uma foto que mostra um campo, com arame farpado e as duas mãos (de um adulto e de um bebê) se segurando. A diagramação está ótima, as folhas amarelas que tornam a leitura confortável e as fotos de arquivos pessoais enriqueceram grandemente essa história que que já possui uma grandeza própria, em meio a todas histórias de vida e exemplos de garra e superação diante da maior barbárie de todos os tempos.
![]() |
| Mães: Priska, Rachel e Anka/ Filhos (os bebês): Eva, Mark e Hana. |
~~~~~~*~~~~~~*~~~~~~
Bom gente, é isso. O que acharam desse livro? Já leram, leriam? Me contem!
Beijos!









